A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL É UMA QUESTÃO ESTRATÉGICA

A CONSUMIDOR MODERNO TEVE ACESSO A PONTOS EXCLUSIVOS DA 2018 GLOBAL CONSUMER EXECUTIVE TOP OF MIND SURVEY DA KPMG E TRAZ INSIGHTS INÉDITOS

POR MELISSA LULIO

m ple­no ano de 2018, em um momen­to em que a mai­or par­te dos con­su­mi­do­res tem smartpho­nes e sabe lidar com eles, é essen­ci­al que as empre­sas pen­sem em trans­for­ma­ção digi­tal como um ele­men­to estra­té­gi­co. Con­tu­do, nem todas elas estão aber­tas para essa pers­pec­ti­va. Essa é uma das con­clu­sões da 2018 Glo­bal Con­su­mer Exe­cu­ti­ve Top of Mind Sur­vey desen­vol­vi­da pela KPMG.

     Entre outros diver­sos pon­tos, a pes­qui­sa ava­lia os desa­fi­os e entra­ves enfren­ta­dos pelas com­pa­nhi­as que, no Bra­sil, dese­jam empre­en­der a trans­for­ma­ção digi­tal. Ao ana­li­sar esse pon­to, fica evi­den­te que o País ain­da está enga­ti­nhan­do: o res­tan­te dos prin­ci­pais mer­ca­dos glo­bais está em um pata­mar um pou­co mais madu­ro e, para Pau­lo Fere­zin, sócio-dire­tor e líder para o Setor de Vare­jo da KPMG no Bra­sil, o que jus­ti­fi­ca essa situ­a­ção são os desa­fi­os enfren­ta­dos nos últi­mos qua­tro anos.

LIDERANÇA

     Por outro lado, Fere­zin obser­va que o ambi­en­te e as neces­si­da­des cri­a­das no mun­do digi­tal são novas. De manei­ra geral, o nível de conhe­ci­men­to sobre o tema é bai­xo, inclu­si­ve entre os líde­res das empre­sas. E isso cria um ambi­en­te des­fa­vo­rá­vel para a trans­for­ma­ção digi­tal. Ou seja, fal­tam líde­res digi­tais nas empre­sas tra­di­ci­o­nais e os novos mode­los de negó­cio já nas­cem ino­va­do­res jus­ta­men­te por­que nas­cem com essa cul­tu­ra no DNA.

     Como o exe­cu­ti­vo obser­va, as empre­sas que atu­am no País estão mais aten­tas à pró­pria gera­ção de recei­ta do que com uma visão de negó­cio de lon­go e médio pra­zos. “Não exis­te uma estra­té­gia, mas ações iso­la­das e até mes­mo des­co­nec­ta­das”, comen­ta. O pri­mei­ro pas­so essen­ci­al, porém, é jus­ta­men­te a inclu­são da ques­tão trans­for­ma­ção digi­tal na estra­té­gia de futu­ro da empre­sa.

DESAFIOS DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Como mos­tram as tabe­las, o Bra­sil está ali­nha­do com os outros paí­ses quan­do o assun­to é a res­tri­ção de orça­men­to. E, depois de qua­tro anos pre­o­cu­pa­das com a sobre­vi­vên­cia do negó­cio, com recei­ta decres­cen­te e aumen­to nas des­pe­sas, essa é uma con­sequên­cia natu­ral entre as empre­sas. Mas, como refor­ça Fere­zin, essas difi­cul­da­des sem­pre vão exis­tir e não podem impe­dir a inclu­são da trans­for­ma­ção digi­tal na estra­té­gia da empre­sa. 

TODAS AS EMPRESAS

0
%

INCERTEZA EM

RELAÇÃO AO ROI

0
%

RESTRIÇÕES ORÇAMENTÁRIAS

0
%

SISTEMAS

LEGADOS

0
%

CONDIÇÕES DE MERCADO DIFÍCEIS

0
%

FALTA DE RECURSOS QUALIFICADOS

0
%

INTERRUPÇÕES OPERACIONAIS

0
%

TI E NEGÓCIOS NÃO SINCRONIZADOS

0
%

INCENTIVOS DESALINHADOS

0
%

RESISTÊNCIA CULTURAL À MUDANÇA

0
%

PREOCUPAÇÃO COM SEGURANÇA DE DADOS

0
%

FALTA DE VISÃO/ ESTRATÉGIA DIGITAL

EMPRESAS BRASILEIRAS

0
%

RESTRIÇÕES ORÇAMENTÁRIAS

0
%

CONDIÇÕES DE MERCADO DIFÍCEIS

0
%

FALTA DE RECURSOS QUALIFICADOS

0
%

INTERRUPÇÕES DAS OPERAÇÕES ATUAIS

0
%

FALTA DE VISÃO/ ESTRATÉGIA DIGITAL

0
%

SISTEMAS

LEGADOS

0
%

TI E NEGÓCIOS NÃO SINCRONIZADOS

0
%

RESISTÊNCIA CULTURAL À MUDANÇA

0
%

INCERTEZA EM RELAÇÃO AO ROI

0
%

INCENTIVOS DESALINHADOS

0
%

FALTA DE APOIO DE LIDERANÇA/ BUY-IN

DEQUILIBRANDO PRIORIDADES ESTRATÉGICAS

A pes­qui­sa da KPMG mos­tra que o foco em efi­ci­ên­cia ope­ra­ci­o­nal gera aumen­to de recei­ta. Porém, para as empre­sas bra­si­lei­ras, o cres­ci­men­to da recei­ta é pri­o­ri­da­de para os pró­xi­mos dois anos.

AS EMPRESAS QUE ATUAM NO PAÍS ESTÃO MAIS ATENTAS À PRÓPRIA GERAÇÃO DE RECEITA DO QUE COM UMA VISÃO DE NEGÓCIO DE LONGO E MÉDIO PRAZOS

UM OLHO NO FUTURO, OUTRO NO PRESENTE

Ape­sar das difi­cul­da­des logís­ti­cas em um País con­ti­nen­tal como o Bra­sil, pre­cá­rio em malha viária/infraestrutura com pra­ti­ca­men­te úni­co modal de dis­tri­bui­ção (rodo­viá­rio) e com­ple­xi­da­de tri­bu­tá­ria, Fere­zin des­ta­ca que dis­tri­bui­ção, aten­di­men­to e capa­ci­da­de de pre­vi­são de deman­da de pro­du­tos são pon­tos em que a pes­qui­sa demons­tra que o Bra­sil está à fren­te de outros paí­ses. “Há mui­to tem­po as empre­sas se pre­o­cu­pam com ques­tões de abas­te­ci­men­to e esto­ques, por­que é uma neces­si­da­de real dian­te dos desa­fi­os que o País impõe”, expli­ca.

BRASIL

SEGMENTAÇÃO DE CLIENTES

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

DISTRIBUIÇÃO/ ATENDIMENTO

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PREVISÃO DA DEMANDA DE PRODUTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PERSONALIZAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PERSONALIZAÇÃO

DE SERVIÇOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

DESIGN

DE PRODUTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

MARKETING EM

TEMPO REAL

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

OTIMIZAÇÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

TODAS AS EMPRESAS

SEGMENTAÇÃO DE CLIENTES

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

DISTRIBUIÇÃO/ ATENDIMENTO

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PREVISÃO DA DEMANDA DE PRODUTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PERSONALIZAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

PERSONALIZAÇÃO

DE SERVIÇOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

DESIGN

DE PRODUTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

MARKETING EM

TEMPO REAL

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010

OTIMIZAÇÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

0
%
USO ATUAL
0
%
USO EM 2010