PARA SEREM DIGITAIS, EMPRESAS PRECISAM OLHAR PARA O SER HUMANO

POR MAIS QUE A OMNICANALIDADE SEJA UMA PREOCUPAÇÃO LEGÍTIMA DAS EMPRESAS, É ESSENCIAL QUE ELA SEJA ACOMPANHADA PELOS CONCEITOS DE INTELIGÊNCIA RELACIONAL E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

* CONSUMIDOR MODERNO EM PARCERIA COM A APEX AMERICA

 trans­for­ma­ção digi­tal é um tema que tem per­me­a­do a vida da soci­e­da­de atu­al, fomen­tan­do novos mode­los de negó­ci­os total­men­te dis­rup­ti­vos, rees­tru­tu­ran­do mer­ca­dos intei­ros e cri­an­do inú­me­ras novas pos­si­bi­li­da­des. Não por aca­so, as empre­sas de todo o mun­do tra­ba­lham para acom­pa­nhar o pro­ces­so de trans­for­ma­ção digi­tal da soci­e­da­de, cri­an­do uma com­pe­tên­cia capaz de melho­rar a ges­tão e, em últi­ma ins­tân­cia, os resul­ta­dos.

   Den­tro des­se obje­ti­vo, múl­ti­plas fon­tes de dados como redes soci­ais, dis­po­si­ti­vos móveis, inte­li­gên­cia arti­fi­ci­al, apli­ca­ções lega­das, entre outras, pre­ci­sam se inte­grar para rea­li­zar aná­li­ses e faci­li­tar a comu­ni­ca­ção com cli­en­tes em pla­ta­for­mas hete­ro­gê­ne­as, mas uni­fi­ca­das aos olhos do con­su­mi­dor que pro­cu­ra res­pos­tas sim­ples, empá­ti­cas e reso­lu­ti­vas.

   As empre­sas que con­se­guem incor­po­rar ade­qua­da­men­te as tec­no­lo­gi­as tra­zen­do essa per­cep­ção ao cli­en­te ou usuá­rio são as que ver­da­dei­ra­men­te se tor­nam refe­rên­cia, geran­do valor para elas mes­mas e para seus con­su­mi­do­res. Nes­se sen­ti­do, sur­ge um ele­men­to con­si­de­ra­do essen­ci­al pela Gene­ral Mana­ger da Apex Ame­ri­ca no Bra­sil, Cecí­lia Son­zi­ni: a inte­li­gên­cia rela­ci­o­nal.

   “Con­su­mi­do­res pro­cu­ram, além de res­pos­tas asser­ti­vas, se sen­tir iden­ti­fi­ca­dos no momen­to da inte­ra­ção com as empre­sas”, expli­ca. Nes­se sen­ti­do, para a exe­cu­ti­va, os con­cei­tos de omni­ca­na­li­da­de são nulos se não esti­ve­rem “envol­tos por uma capa de inte­li­gên­cia rela­ci­o­nal – que tem por prin­cí­pio a empa­tia – e de uma estru­tu­ra vol­ta­da para trans­for­ma­ção digi­tal”.

   Por isso, ela expli­ca que é neces­sá­rio demons­trar domí­nio não só do que está sen­do soli­ci­ta­do, mas demos­trar conhe­ci­men­to a res­pei­to do con­su­mi­dor, per­so­na­li­zan­do esse con­ta­to e levan­do a mes­ma qua­li­da­de e ver­sa­ti­li­da­de a todos os canais de comu­ni­ca­ção ofe­re­ci­dos ao cli­en­te, dei­xan­do a ele a esco­lha do pon­to de con­ta­to e dan­do a segu­ran­ça da melhor jor­na­da.