CABE­ÇA ABER­TA PARA O

MUN­DO DAS STAR­TUPS

O MODE­LO DE INO­VA­ÇÃO DA TEC­NI­SA ENVOL­VE AS STAR­TUPS EM UM PRO­CES­SO POSI­TI­VO PARA TODOS OS ENVOL­VI­DOS

POR MELIS­SA LULIO

CABE­ÇA ABER­TA PARA O

MUN­DO DAS STAR­TUPS

O MODE­LO DE INO­VA­ÇÃO DA TEC­NI­SA ENVOL­VE AS STAR­TUPS EM UM PRO­CES­SO POSI­TI­VO PARA TODOS OS ENVOL­VI­DOS

onhe­cer o con­tex­to, ter cons­ci­ên­cia dos mai­o­res exem­plos de ino­va­ção den­tro do setor em que atua e acei­tar um envol­vi­men­to cada vez mai­or com players e jovens empre­sas que são refe­rên­cia são ati­tu­des que têm aju­da­do gran­des orga­ni­za­ções a ino­var. A rela­ção com star­tups, por exem­plo, é uma alter­na­ti­va que tem sido uti­li­za­da por com­pa­nhi­as que sen­tem a neces­si­da­de de, no dia a dia, man­ter o dedo no pul­so da ino­va­ção.

   Algu­mas empre­sas optam por cri­ar espa­ços onde empre­en­de­do­res podem ficar alo­ca­dos, pen­san­do e cri­an­do seus pró­pri­os negó­ci­os. Outras, esco­lhem algu­mas star­tups para apoi­ar – aju­dan­do-as a cres­cer e, con­se­quen­te­men­te, obten­do retor­no des­se cres­ci­men­to. A esco­lha da Tec­ni­sa foi um tan­to dife­ren­te: em vez de inves­tir em peque­nas empre­sas, a cons­tru­to­ra deci­diu ser o que Romeo Busa­rel­lo, dire­tor de Mar­ke­ting da Tec­ni­sa, cha­ma de “cli­en­te-anjo”.

   Por meio do pro­gra­ma Fast Dating, a empre­sa con­tra­ta star­tups e, por con­sequên­cia, impul­si­o­na o mode­lo de negó­cio em ques­tão – afi­nal, tor­na-se um cli­en­te de gran­de por­te. Des­sa for­ma, cria-se um vín­cu­lo posi­ti­vo que bene­fi­cia a todos: a star­tup obtém uma opor­tu­ni­da­de de cres­ci­men­to, enquan­to o mind­set da Tec­ni­sa se tor­na ain­da mais ino­va­dor, com ganhos con­si­de­rá­veis em efi­ci­ên­cia e digi­ta­li­za­ção.

   Cri­a­do há oito anos, o Fast Dating já envol­veu mais de mil star­tups, de áre­as vari­a­das. Des­de mar­ke­ting à cons­tru­ção, aten­den­do a aspec­tos inter­nos e ao core da empre­sa, o pro­gra­ma trans­for­mou peque­nas ques­tões do dia a dia em solu­ções prá­ti­cas. “Todas as áre­as da empre­sa incor­po­ra­ram o espí­ri­to das star­tups, eli­mi­nan­do ‘micro­do­res’”, expli­ca.

   Busa­rel­lo cita como exem­plos o uso de dro­nes na iden­ti­fi­ca­ção de peque­nos defei­tos nas facha­das de pré­di­os (rea­li­za­do des­de 2012) e a imple­men­ta­ção de pro­ces­so que per­mi­te a comer­ci­a­li­za­ção de imó­veis via Bit­coins, em 2014. Essa é uma ati­vi­da­de que cola­bo­ra com um resul­ta­do de qua­li­da­de e dura­dou­ro – o que aju­da a redu­zir cus­tos pos­te­ri­o­res e, natu­ral­men­te, afe­ta posi­ti­va­men­te a expe­ri­ên­cia do cli­en­te.

   A star­tup que dese­ja par­ti­ci­par do Fast Dating pre­ci­sa pas­sar por algu­mas eta­pas:

onhe­cer o con­tex­to, ter cons­ci­ên­cia dos mai­o­res exem­plos de ino­va­ção den­tro do setor em que atua e acei­tar um envol­vi­men­to cada vez mai­or com players e jovens empre­sas que são refe­rên­cia são ati­tu­des que têm aju­da­do gran­des orga­ni­za­ções a ino­var. A rela­ção com star­tups, por exem­plo, é uma alter­na­ti­va que tem sido uti­li­za­da por com­pa­nhi­as que sen­tem a neces­si­da­de de, no dia a dia, man­ter o dedo no pul­so da ino­va­ção.

   Algu­mas empre­sas optam por cri­ar espa­ços onde empre­en­de­do­res podem ficar alo­ca­dos, pen­san­do e cri­an­do seus pró­pri­os negó­ci­os. Outras, esco­lhem algu­mas star­tups para apoi­ar – aju­dan­do-as a cres­cer e, con­se­quen­te­men­te, obten­do retor­no des­se cres­ci­men­to. A esco­lha da Tec­ni­sa foi um tan­to dife­ren­te: em vez de inves­tir em peque­nas empre­sas, a cons­tru­to­ra deci­diu ser o que Romeo Busa­rel­lo, dire­tor de Mar­ke­ting da Tec­ni­sa, cha­ma de “cli­en­te-anjo”.

   Por meio do pro­gra­ma Fast Dating, a empre­sa con­tra­ta star­tups e, por con­sequên­cia, impul­si­o­na o mode­lo de negó­cio em ques­tão – afi­nal, tor­na-se um cli­en­te de gran­de por­te. Des­sa for­ma, cria-se um vín­cu­lo posi­ti­vo que bene­fi­cia a todos: a star­tup obtém uma opor­tu­ni­da­de de cres­ci­men­to, enquan­to o mind­set da Tec­ni­sa se tor­na ain­da mais ino­va­dor, com ganhos con­si­de­rá­veis em efi­ci­ên­cia e digi­ta­li­za­ção.

   Cri­a­do há oito anos, o Fast Dating já envol­veu mais de mil star­tups, de áre­as vari­a­das. Des­de mar­ke­ting à cons­tru­ção, aten­den­do a aspec­tos inter­nos e ao core da empre­sa, o pro­gra­ma trans­for­mou peque­nas ques­tões do dia a dia em solu­ções prá­ti­cas. “Todas as áre­as da empre­sa incor­po­ra­ram o espí­ri­to das star­tups, eli­mi­nan­do ‘micro­do­res’”, expli­ca.

   Busa­rel­lo cita como exem­plos o uso de dro­nes na iden­ti­fi­ca­ção de peque­nos defei­tos nas facha­das de pré­di­os (rea­li­za­do des­de 2012) e a imple­men­ta­ção de pro­ces­so que per­mi­te a comer­ci­a­li­za­ção de imó­veis via Bit­coins, em 2014. Essa é uma ati­vi­da­de que cola­bo­ra com um resul­ta­do de qua­li­da­de e dura­dou­ro – o que aju­da a redu­zir cus­tos pos­te­ri­o­res e, natu­ral­men­te, afe­ta posi­ti­va­men­te a expe­ri­ên­cia do cli­en­te.

   A star­tup que dese­ja par­ti­ci­par do Fast Dating pre­ci­sa pas­sar por algu­mas eta­pas: