CON­SU­MI­DOR MODER­NO

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CUI­DA­DO COM O TECH­LASH

Mui­to se fala sobre o “tech­lash”, ter­mo que expli­ca a rea­ção nega­ti­va ao poder e influên­cia que as gran­des empre­sas de tec­no­lo­gia têm cau­sa­do à vida das pes­so­as. Escân­da­los de inva­são de pri­va­ci­da­de, cole­ta de dados pes­so­ais, cyber­bullying, auto­ma­ção exces­si­va e algo­rit­mos com viés racis­ta são alguns dos fato­res que con­tri­bu­em para o sen­ti­men­to nega­ti­vo sobre a tec­no­lo­gia.

A Accen­tu­re divul­gou um estu­do que mos­tra alguns cami­nhos para supe­rar a des­con­fi­an­ça a essa rea­ção ruim:

1. Pro­te­ção de dados pes­so­ais:

As empre­sas pre­ci­sam ser cada vez mais trans­pa­ren­tes, pro­te­gen­do e dan­do mai­or poder aos con­su­mi­do­res sobre o uso de seus dados.

2. Inte­li­gên­cia arti­fi­ci­al trans­pa­ren­te:

Os huma­nos pre­ci­sam com­pre­en­der como e por qual moti­vo uma deci­são foi toma­da pela inte­li­gên­cia arti­fi­ci­al.

3. Copro­pri­e­da­de na jor­na­da do con­su­mi­dor:

Tra­ba­lhar para pro­je­tar seus pro­du­tos e ecos­sis­te­mas para aco­mo­dar as mudan­ças e as evo­lu­ções ao lon­go do tem­po.

4. Robôs:

A evo­lu­ção dos robôs exi­gi­rá uma abor­da­gem com­bi­na­da de desen­vol­vi­men­to e tes­tes para garan­tir uma con­ver­gên­cia segu­ra e bem-vin­da com a soci­e­da­de.

VOCÊ FOI CAN­CE­LA­DO

Cui­da­do. Você pode ser can­ce­la­do a qual­quer momen­to. Qual­quer pes­soa está sujei­ta a ter sua fala con­de­na­da na inter­net. Gen­te conhe­ci­da é o alvo prin­ci­pal, mas, no fim das con­tas, nin­guém esca­pa. Você pode aca­bar can­ce­la­do em seu micro­gru­po de ami­gos ou por pes­so­as que sequer conhe­ce.

O jogo do cer­to e erra­do na inter­net pode aju­dar na pres­são em prol de mais direi­tos para cer­tas par­ce­las da popu­la­ção, como a equi­pa­ra­ção por salá­ri­os entre homens e mulhe­res no ambi­en­te de tra­ba­lho, citan­do aqui um exem­plo. Mas não pode ser usa­do para impor um úni­co pon­to de vis­ta como cer­to.

Em entre­vis­ta à Con­su­mi­dor Moder­no, a jor­na­lis­ta e psi­ca­na­lis­ta Anna Caro­li­na Lementy expli­ca que esta­mos nos acos­tu­man­do a viver den­tro de uma bolha: “o que pos­so dizer é que vive­mos em tem­pos de um dis­cur­so mui­to ima­gi­ná­rio. A gen­te acre­di­ta que as outras pes­so­as estão no mes­mo regis­tro de vida que nós – ou seja, têm as mes­mas refe­rên­ci­as, o mes­mo per­cur­so”.

Quer saber mais sobre com­por­ta­men­to vir­tu­al e ten­dên­ci­as? Acom­pa­nhe o Por­tal Con­su­mi­dor Moder­no na inter­net e tenha aces­so a con­teú­do de qua­li­da­de, com a aná­li­se dos mai­o­res espe­ci­a­lis­tas de cada área. Aces­se: