Leo­nar­do Lina­res, vice-pre­si­den­te da Mas­ter­card Advi­sors

O PAGA­MEN­TO DIZ MUI­TO SOBRE O CLI­EN­TE

A MUDAN­ÇA DA ATU­A­ÇÃO NO MER­CA­DO DE MEI­OS DE PAGA­MEN­TO TROU­XE INO­VA­ÇÃO E DESEN­VOL­VI­MEN­TO PARA O MER­CA­DO

POR MELIS­SA LULIO

onhe­cer o cli­en­te é um dos mai­o­res desa­fi­os e, ine­ga­vel­men­te, uma das estra­té­gi­as mais indis­pen­sá­veis para as empre­sas nos dias de hoje. É esse o méto­do que per­mi­te ofe­re­cer expe­ri­ên­ci­as per­so­na­li­za­das, iden­ti­fi­car opor­tu­ni­da­des de negó­cio, per­ce­ber par­ti­cu­la­ri­da­des de mer­ca­dos e mode­los de negó­cio ain­da não explo­ra­dos.

   Para che­gar a esse conhe­ci­men­to, porém, um ele­men­to é essen­ci­al: a infor­ma­ção. Foi ela que modi­fi­cou diver­sos seto­res, pro­vo­can­do as mais vari­a­das ino­va­ções. Um exem­plo nes­se sen­ti­do é o seg­men­to de mei­os de paga­men­to, que pas­sou a uti­li­zar a imen­sa capa­ci­da­de de obten­ção de dados para enri­que­cer a cadeia de valor, cri­an­do um ciclo posi­ti­vo.

   A Mas­ter­card Advi­sors, bra­ço de con­sul­to­ria da Mas­ter­card que, ori­gi­nal­men­te, atu­a­va espe­ci­al­men­te em mei­os de paga­men­to, nas­ceu nes­se cená­rio. “A ideia era se dife­ren­ci­ar do mer­ca­do, apor­tar inte­li­gên­cia para as empre­sas-cli­en­te, para que elas desen­vol­ves­sem o pró­prio negó­cio”, expli­ca Leo­nar­do Lina­res, vice-pre­si­den­te da Mas­ter­card Advi­sors. Com isso, a empre­sa cola­bo­ra­ria com o fomen­to da cadeia de valor.

TEMOS UM TIME DE CON­SUL­TO­RES QUE TRA­BA­LHA MUI­TO PRÓ­XI­MO DOS CLI­EN­TES, QUE COLA­BO­RA COM O PLA­NE­JA­MEN­TO DE CADA UM DELES

   Na prá­ti­ca, a empre­sa ofe­re­ce diver­sas pos­si­bi­li­da­des. Entre elas, a chan­ce de olhar para os dados obti­dos pela Mas­ter­card e obter ricos insights. “Pode­mos, por exem­plo, ela­bo­rar rela­tó­ri­os sobre a evo­lu­ção das com­pras, per­ce­ben­do quan­to a eco­no­mia está cres­cen­do, com base tan­to nos nos­sos dados quan­to em esta­tís­ti­cas, inclu­si­ve por região e seg­men­to”, expli­ca.

   É pos­sí­vel tam­bém que a empre­sa-cli­en­te tra­ga uma dor espe­cí­fi­ca, a ser solu­ci­o­na­da pela Mas­ter­card. Os dados indi­cam, por exem­plo, a neces­si­da­de de aumen­tar o enga­ja­men­to de um públi­co espe­cí­fi­co e, des­sa for­ma, aju­dam a empre­sa a dire­ci­o­nar cam­pa­nhas. “Pode­mos tra­ba­lhar com gati­lhos para cam­pa­nhas, o que per­mi­te a rea­li­za­ção de ofer­tas con­tex­tu­a­li­za­das con­for­me o com­por­ta­men­to dos cli­en­tes”, exem­pli­fi­ca. Um dos gran­des dife­ren­ci­ais, porém, é a par­ti­ci­pa­ção ati­va da Mas­ter­card nes­se pro­ces­so. “Temos um time de con­sul­to­res que tra­ba­lha mui­to pró­xi­mo dos cli­en­tes, que cola­bo­ra com o pla­ne­ja­men­to de cada um deles”, diz. Esse é um tra­ba­lho que garan­te a capa­ci­da­de de exe­cu­ção de tec­no­lo­gi­as e estra­té­gi­as.

   Na pon­ta do rela­ci­o­na­men­to, onde estão os con­su­mi­do­res, o efei­to tam­bém é cla­ro. E são eles quem mais deman­dam expe­ri­ên­ci­as. Nes­se sen­ti­do, Lina­res expli­ca que a inte­li­gên­cia e a tec­no­lo­gia da Mas­ter­card Advi­sors per­mi­tem a eli­mi­na­ção de atri­tos duran­te a com­pra, o que repre­sen­ta um ganho para o cli­en­te tam­bém. Nes­se caso, não são ape­nas as empre­sas que ganham mas, de fato, toda a cadeia de valor.

DO PAGA­MEN­TO À INTE­LI­GÊN­CIA

A atu­a­ção da Mas­ter­card Advi­sors se divi­de em qua­tro pon­tas de atu­a­ção. O gran­de dife­ren­ci­al é que todas elas podem se unir, atu­an­do em prol de uma dor da empre­sa-cli­en­te

 

1. CON­SUL­TING SER­VI­CES
Solu­ções para supor­tar a empre­sa-cli­en­te a tomar deci­sões de negó­cio e desen­vol­ver o pró­prio pla­ne­ja­men­to

 

2. MANA­GED SER­VI­CES
Solu­ções para oti­mi­zar os inves­ti­men­tos em mar­ke­ting e o ciclo de vida com o cli­en­te

 

3. LAB DE INO­VA­ÇÃO
Equi­pe que cola­bo­ra com a neces­si­da­de de ino­va­ção da empre­sa-cli­en­te, aju­dan­do a iden­ti­fi­car e a implan­tar meto­do­lo­gi­as e prá­ti­cas de ino­va­ção

 

4. DATA & ANALY­TICS
Solu­ções e insights em aná­li­se de dados a par­tir de pla­ta­for­mas, rela­tó­ri­os e meto­do­lo­gi­as pró­pri­as