CEO da PLURIS

GUILHERME PORTO

O retorno do imprevisível

   A VERDADE É QUE NÃO ESTAMOS NO CONTROLE e isso assus­ta. Podemos ver o ines­pe­ra­do como algo pas­sa­gei­ro, um obs­tá­cu­lo em nos­sos pla­nos ou um estí­mu­lo para a expe­ri­men­ta­ção, com novos erros e acer­tos. Longe de scripsts-padrão, deve­mos nos ape­gar aos pila­res da cul­tu­ra orga­ni­za­ci­o­nal como base para per­so­na­li­zar nos­sas ações.


   Com res­pei­to e res­pon­sa­bi­li­da­de, empo­de­ra­mos nos­sos times de rela­ci­o­na­men­to para que se conec­tem de uma nova for­ma com o con­su­mi­dor, além da tec­no­lo­gia, de manei­ra genuí­na, pro­mo­ven­do a empa­tia e a pro­xi­mi­da­de, comu­ni­can­do as res­pon­sa­bi­li­da­des e o posi­ci­o­na­men­to das mar­cas duran­te a inte­ra­ção. Dessa for­ma, vemos a cen­tral de rela­ci­o­na­men­to como um poten­ci­a­li­za­dor não só de pro­du­tos, mas de um ide­al e uma mis­são, dos quais o con­su­mi­dor é fiel.


   Cada inte­ra­ção tor­na-se uma his­tó­ria úni­ca, jus­ta­men­te pela opor­tu­ni­da­de inu­si­ta­da, que é apre­sen­ta­da a cada con­ta­to, de trans­for­mar a expe­ri­ên­cia do con­su­mi­dor. Sendo pos­sí­vel somen­te com auto­no­mia e cola­bo­ra­ção entre mar­ca e equi­pe de rela­ci­o­na­men­to, essa rela­ção deve estar mais pró­xi­ma que nun­ca. O cus­to­mer ser­vi­ce é a voz do con­su­mi­dor e tem mui­to para com­par­ti­lhar e agre­gar às estra­té­gi­as.


   O mode­lo 4.0 de rela­ci­o­na­men­to, unin­do o encan­ta­men­to à efi­ci­ên­cia pro­mo­vi­da pela tec­no­lo­gia, ganha­rá espa­ço, repre­sen­tan­do um equi­lí­brio entre a oti­mi­za­ção e a poten­ci­a­li­za­ção de talen­tos. Grandes cases e novas idei­as sur­gem cada vez mais da flui­dez de pro­ces­sos, da per­so­na­li­za­ção e da cola­bo­ra­ção.


   Apesar de pro­mo­ver um aten­di­men­to per­so­na­li­za­do e autên­ti­co, os dados são tra­ta­dos com pro­ces­sos sóli­dos. A nos­sa cer­ti­fi­ca­ção LGPD nos defi­ne como um ambi­en­te segu­ro, aumen­tan­do a con­fi­an­ça e a tran­qui­li­da­de ao con­su­mi­dor em sua rela­ção com as mar­cas. A pro­te­ção de dados tor­nou-se base para todas as ações, inclu­si­ve em momen­tos ines­pe­ra­dos.


   Seguimos apren­den­do, nos adap­tan­do e evo­luin­do, ven­do opor­tu­ni­da­des de nos dife­ren­ci­ar e gerar mai­or impac­to a par­tir de incer­te­zas, acre­di­tan­do no poten­ci­al das rela­ções entre pes­so­as. Mas será que pre­ci­sa­mos de um fator emer­gen­ci­al des­co­nhe­ci­do para avan­çar na cri­a­ção e na imple­men­ta­ção de novas estra­té­gi­as? Esse deve­ria ser um mode­lo men­tal cons­tan­te, que favo­re­ce a cocri­a­ção mul­ti­dis­ci­pli­nar para jun­tos alcan­çar­mos tam­bém resul­ta­dos ines­pe­ra­dos.